5 de agosto de 2010

Não há longe, nem distância...

Hoje relembrei o título de um livro do Richard Bach que li nos "fulgores" da minha adolescência...
Já não o lembrava, mas, quando se recuperam memórias de amigos, de "prazeres", de momentos, tudo funciona como uma espécie de "marcador".
É, sem dúvida, uma verdade inquestionável: Não há longe, nem distância!
E que bom é confirmar isso. Está tudo tão perto. Tão docemente perto. Os sons, os cheiros. As "vibrações" dos momentos vividos.
Voar para perto dos que nos querem e a quem nós queremos não é assim tão difícil.
Façamo-lo!

1 comentário:

voo do tapete disse...

http://voatapete.blogspot.com/2010/08/amigo.html
:)
Ana